No dia em que o Atlético completa 117 anos, o atacante Hulk, maior ídolo do atual elenco do Galo, mandou uma mensagem especial para a torcida atleticana. O jogador deu uma entrevista ao site The Players Tribune, publicada na manhã desta terça-feira (25).
O atacante começou o seu relato contando um pouco mais de sua história e da origem de seu apelido. Hulk nasceu em Campina Grande e é o único filho homem entre outras seis irmãs. “Devo ser Hulk desde os três, quatro anos de idade, por causa de minha cisma em levantar as coisas. Não podia ver bujão de gás, mesa com cadeira, guarda-roupa, armário de pôr panela, que já queria erguer do chão”, contou o jogador.
Hulk explodiu no futebol jogando pelo Porto, de Portugal. Antes de chegar ao Atlético, teve passagens de destaque pelo Zenit da Rússia e pelo Shanghai SIPG, da China. “Não sabia o que esperar da China, mas eu não me decepcionei. O país é sensacional, seguro, muito tecnológico, pessoas cordiais, e o futebol, com bons jogadores sul-americanos e europeus, ficou bem competitivo. Eu só não queria que fosse o fim da linha pra mim. Não queria cumprir as cinco temporadas previstas no contrato e, aos 34 anos, encerrar a carreira com aquele vazio no peito que eu sentia desde que tinha deixado o Vitória, 15 anos antes”, disse.
“Era o final de 2020 e eu estava em Campina Grande, descansando e pensando no passo seguinte depois da China. Se meu telefone não tivesse tocado com o Rodrigo Caetano, que era o diretor de futebol do Atlético, perguntando ‘Quer vir pra cá?’, eu teria ido pra Turquia. Jogaria dois ou três anos e passaria o resto dos meus dias me sentindo incompleto, lamentando uma lacuna que não consegui preencher, apesar de todas as conquistas”, completou Hulk.
Hulk chegou ao Galo em 2020, quando o time ainda era comandado pelo argentino Jorge Sampaoli. Mesmo assim, não chegou a jogar uma partida sob o comando do treinador. O camisa sete só foi fazer sua estreia com Cuca.
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