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Com atendimento acessível e humanizado, AMORSaúde chega a Coronel Fabriciano para ampliar o acesso à saúde

BRASÍLIA – A viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Japão e ao Vietnã, na semana passada, não serviu apenas para firmar acordos comerciais. Ao levar uma comitiva de nove parlamentares, dentre os quais a cúpula do Congresso Nacional, ele deu sinais de que quer ter uma relação mais estreita com essas lideranças.

Lula dedicou boa parte dos longos trajetos de ida e volta para conversar diretamente com os parlamentares, inclusive com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além do deputado Arthur Lira (PP-AL) e do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O presidente reforçou que uma das prioridades para os próximos meses é aprovar o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR).

Na segunda metade do mandato, Lula quer retomar o “corpo a corpo” que fazia com os parlamentares em seus governos anteriores, quando eram frequentes as reuniões e até encontros informais no Palácio da Alvorada e na Granja do Torto.

Na viagem, também esteve no radar a distribuição de cargos em meio à espera dos partidos por uma reforma ministerial. O PSD, por exemplo, busca mais espaço na Esplanada e reclama da demora no processo, prometido desde o início do ano. A legenda já comanda três pastas, mas está insatisfeita com a da Pesca, comandada por André de Paula. Por outro lado, União Brasil, com três ministérios, e Republicanos, com um, não querem abrir mão dos postos que já ocupam.

O cenário traz um quebra-cabeça para Lula: apesar do desejo por mais espaço, são siglas que vêm flertando com pré-candidaturas à direita nas eleições presidenciais de 2026. Em um cenário de baixa popularidade para o governo, seus líderes, como o presidente do PSD, Gilberto Kassab, vêm tecendo críticas públicas à gestão. Tudo isso no momento em que o Planalto visa a formação de alianças já visando o processo eleitoral.

Além disso, o tempo corre contra Lula: daqui a um ano, em abril de 2026, ministros de Estado que queiram concorrer a cargos nas eleições terão que deixar o governo. Por isso, políticos já avaliam o quanto ainda é vantajoso ingressar no governo tendo um tempo menor para apresentar entregas à população.

Confira a matéria completa em: zug.net.br

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