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Com atendimento acessível e humanizado, AMORSaúde chega a Coronel Fabriciano para ampliar o acesso à saúde

BRASÍLIA – O Congresso Nacional retomará, nesta quarta-feira (2), os trabalhos da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência. O colegiado será instalado em uma sessão marcada para 14h30 e será entregue ao deputado Filipe Barros (PL-PR), apadrinhado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

A posse de Barros como presidente do colegiado é regimental. A resolução que criou a comissão em 2013 prevê que os presidentes das Comissões de Relações Exteriores da Câmara e do Senado serão responsáveis pelo comando do colegiado de forma alternada. Com isso, o vice-presidente do colegiado, neste ano, será o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Filipe Barros assumiu a comissão na Câmara em 19 de março, depois que Bolsonaro referendou seu nome, desbancando uma articulação anterior. O posto seria do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que pediu licença do mandato para ficar nos Estados Unidos. Eduardo chegou a indicar o nome do líder da oposição na Câmara, deputado Zucco (PL-RS), mas foi desbancado por seu pai.

Um dos primeiros assuntos depois da instalação da Comissão de Inteligência deve ser a suposta espionagem coordenada pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) a autoridades do Paraguai. O caso foi revelado pelo portal Uol na segunda-feira (31).

De acordo com a reportagem, dois agentes da Abin afirmaram à Polícia Federal (PF), em depoimento prestado em novembro de 2024, que houve um ataque hacker a instituições oficiais para obter informações do Paraguai sobre a Usina Hidrelétrica de Itaipu, de controle binacional. O monitoramento teria começado em junho de 2022, no governo Bolsonaro, e continuado até março de 2023, na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O assunto foi comentado por Nelsinho Trad como presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ele disse acompanhar as informações “com atenção”. “Relações entre países irmãos como Brasil e Paraguai devem ser pautadas pela confiança, respeito mútuo e transparência — especialmente quando há projetos estratégicos em jogo, como o Anexo C do Tratado de Itaipu e a Rota Bioceânica”.

Trad completou que o colegiado “acompanhará de perto o andamento das investigações e eventuais desdobramentos diplomáticos”. “Ao mesmo tempo, reforçamos nosso compromisso com o fortalecimento das instituições e com o pleno respeito ao direito internacional. Não podemos permitir que atos irresponsáveis coloquem em risco as conquistas da integração regional”, completou.

Confira a matéria completa em: zug.net.br

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