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Com atendimento acessível e humanizado, AMORSaúde chega a Coronel Fabriciano para ampliar o acesso à saúde

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As bolsas europeias operam em forte baixa desde a abertura dos negócios desta quinta-feira, um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, fazer um anúncio tarifário mais agressivo do que o esperado. Por volta das 6h55 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 tinha queda de 1,69%, a 527,87 pontos. Ontem, Trump anunciou tarifa geral de 10% a importações globais e uma série de tarifas “recíprocas” para mais de 180 países e territórios, incluindo de 20% para bens importados da União Europeia (UE) e de 10% para produtos do Reino Unido.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse hoje que a UE está finalizando contramedidas para responder ao tarifaço de Washington. Já o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que reagirá com a “cabeça fria e calma” ao anúncio de Trump. A questão das tarifas também compromete a perspectiva dos juros. Em discurso mais cedo, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, disse que incertezas ligadas ao impacto de tarifas e de tensões geopolíticas exigem que o BCE seja “extremamente “prudente” na condução da política monetária

O BCE divulga hoje a ata de sua reunião de março, quando cortou suas principais taxas de juros em mais 25 pontos-base. Com as atenções voltadas para o tarifaço de Trump, dados econômicos europeus ficaram em segundo plano. Os PMIs de serviços referentes a março da Alemanha e da zona do euro como um todo foram revisados para cima, mas o do Reino Unido sofreu revisão para baixo.

Às 7h10 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 1,37%, a de Paris recuava 2,30% e a de Frankfurt cedia 1,88%. Já as de Milão e Madri tinham perdas de 1,89% e 0,81%, respectivamente. Na contramão, a de Lisboa subia 0,41%.

A B3, Bolsa de Valores de São Paulo, abriu o dia em baixa. Ás 10h15 dessa quinta (3) caia 0,58%.

Já as bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, impor pesadas tarifas recíprocas a importações globais. Produtos da China e de Taiwan foram particularmente penalizados. Liderando as perdas na Ásia, o índice japonês Nikkei caiu 2,77% em Tóquio, a 34.735,93 pontos, sob o peso de ações de chips e de bancos, enquanto o Hang Seng recuou 1,52% em Hong Kong, a 22 849,81 pontos, e o sul-coreano Kospi cedeu 0,76% em Seul, a 2 486,70 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve perda modesta, de 0,24%, a 3.342,01 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 1,10%, a 1.992,39 pontos. Destacaram-se negativamente ações de eletrodomésticos, produtos de consumo e hardware. Ontem, Trump anunciou tarifas de 34% para a China, que se somam à tarifação de 20% já em vigor. No caso de Taiwan, as tarifas chegam a 32%. Apesar disso, o Taiex – como é conhecido o índice acionário taiwanês – teve alta marginal de 0,08% hoje, a 21 298,22 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho em reação ao tarifaço de Trump, depois de acumular ganhos por dois pregões seguidos. O S&P/ASX 200 caiu 0,94% em Sydney, a 7.859,70 pontos.

Confira a matéria completa em: zug.net.br

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