Gisele, mãe da paciente Raissa Aparecida Ferreira Lopes, está em busca de apoio para a realização de uma cirurgia urgente. Raissa, que luta contra hidrocefalia, está internada na UTI do Hospital e Maternidade de Timóteo desde o dia 25 de março e enfrenta complicações devido à falha em sua válvula de drenagem do líquido cefalorraquidiano.
A interrupção do funcionamento da válvula está causando convulsões e dores intensas, levando a equipe médica a recomendar a transferência da paciente para outra instituição que possa efetuar a cirurgia necessária, que será realizada por um neurocirurgião especializado.
Em busca de esclarecimentos, a equipe de reportagem contatou a Associação Hospitalar Beneficente do Brasil, gestora do Hospital. Cláudio Augusto da Costa, diretor executivo, enfatizou que o médico responsável está ciente da situação e prestará as informações necessárias à família.
Outro contato foi feito com a Fundação São Francisco Xavier, responsável pelo Hospital Márcio Cunha, que explicou que todos os trâmites relacionados ao Sistema Único de Saúde (SUS) devem ser feitos através do SUS Fácil. A fundação indicou que não tem conhecimento do caso, pois Raissa não está recebendo tratamento nesse hospital, e reforçou que o Hospital de Timóteo não é sob sua administração.
Ainda buscávamos uma posição da Superintendência Regional de Saúde, mas até o fechamento desta matéria, não havíamos recebido retorno.
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