Depois dos atendimentos a criança de um ano e cinco meses, foi encaminhada ao Hospital Municipal e passa bem. Equipe que salvou a criança em Governador Valadares
Carla Marques/Inter TV dos Vales
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Um bebê, de um ano e cinco meses, foi salvo com a ajuda de uma vídeochamada, no bairro Santa Rita, em Governador Valadares, na manhã desta sexta-feira (17). O salvamento mobilizou bombeiros, SAMU e Polícia Militar.
O primeiro socorro a ser acionado, foi o da PM. O sargento Marcone Marinho passava instruções (manobras de Heimlich) para a família que informou que a criança estava engasgada.
Enquanto atendia a ligação, o sargento Randrik Silveira do Corpo de Bombeiros, ouviu na sala ao lado que tipo de socorro era acionado. Neste momento, o militar se dirigiu para o local com uma médica do SAMU, Ana Carolina de Sena e eles acompanharam o atendimento.
Do outro lado da linha, a família informou que a criança estava coloração normal, não estava vermelha ou arroxeada, e estava quieta.
Essa condição chamou a atenção da equipe de socorristas que percebeu que o bebê, um menino, poderia não estar engasgado.
Simultaneamente, o SAMU recebeu um pedido de ajuda para a mesma ocorrência. Enquanto uma ambulância seguia para a casa da família, o bombeiro resolveu fazer uma ligação de vídeo para facilitar o atendimento.
“Foi onde nós percebemos que, na verdade, ele estava em convulsão. Na hora, pedimos para a família lateralizar o bebê, ele não estava tremendo tanto, e tinha muita saliva na boca. Nós ficamos monitorando caso ele viesse a ter uma parada cardíaca, parada cardiorrespiratória, pelo vídeo, ficaria muito mais fácil da gente passar as informações. Nós monitoramos até a chegada da ambulância do SAMU”, explicou o sargento Randrik Silveira.
A família foi orientada a colocar o bebê de lado e limpar as secreções que saíam da boca da criança para que ela não sufocasse. A ligação continuou até que a ambulância chegasse.
“Nós chegamos a ver pelo vídeo, o parente do bebê entregando a criança para o médico do SAMU, nesse momento, nós encerramos a ligação”, disse Randrik.
Logo após receber essas instruções, a ambulância chegou na residência e a criança recebeu atendimento médico presencialmente.
“A chamada de vídeo foi fundamental porque, no desespero da família, eles não souberam falar que era uma convulsão. Na chamada de vídeo nós descartamos o engasgo e chegamos a conclusão que era uma convulsão”.
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“Nessa ocorrência atuaram três órgãos, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e SAMU. Isso foi primordial para que a gente tivesse sucesso. O sargento Marcone passou as informações, eu fiz a ligação de vídeo e a doutora Ana Carolina enviou a USA do SAMU”, finalizou o sargento.
Depois dos atendimentos a criança foi encaminhada ao Hospital Municipal e passa bem.
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